segunda-feira, 10 de agosto de 2026
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Professora ensina democracia com álbum de figurinhas na temática de Copa

Professora ensina democracia com álbum de figurinhas na temática de Copa
Foto: AquiVale/Imagens

Em meio ao clima de Copa do Mundo e à expectativa pela busca do hexacampeonato do Brasil, uma professora de uma escola particular de Belo Horizonte encontrou uma forma diferente de levar os estudantes a conhecerem os direitos fundamentais garantidos pela Constituição. A advogada e educadora Ingrid Castor criou o projeto “Escalação da Democracia”, um álbum de figurinhas inspirado no tradicional álbum da Copa.

A iniciativa foi desenvolvida com alunos da 2ª série do Ensino Médio, dentro do itinerário formativo Noções de Cidadania, e surgiu após um estudante demonstrar interesse em acompanhar a convocação da Seleção Brasileira. A partir da situação em sala de aula, Ingrid decidiu conectar o entusiasmo dos jovens pelo futebol a reflexões sobre cidadania, democracia e participação social.

“Percebi o quanto eles estavam envolvidos com a Copa e me recordei da dinâmica dos álbuns de figurinhas. Então surgiu a ideia de usar esse universo para aproximar os estudantes dos direitos fundamentais de uma forma mais conectada à realidade deles”, explicou a professora.

No álbum criado por Ingrid, cada figurinha representa um direito fundamental previsto na Constituição. Conforme os alunos completavam as páginas, aprofundavam discussões sobre direitos, deveres, convivência e o papel de cada cidadão na construção de uma sociedade democrática.

Assim como acontece nos álbuns tradicionais, os estudantes também participaram das trocas de figurinhas. Mais do que completar a coleção, a dinâmica se tornou um exercício de diálogo, cooperação e construção coletiva do conhecimento.

O estudante Felipe Rocha Máximo, de 16 anos, destacou que a experiência uniu diversão e aprendizado. “Além de ter sido um momento leve, tivemos um importante aprofundamento na definição dos nossos direitos e noções de cidadania”, afirmou.

Já Davi Freitas Sathler, também de 16 anos, ressaltou que a proposta mostrou que assuntos fundamentais podem ser trabalhados de maneira criativa. “Quando percebemos que estávamos aprendendo e nos divertindo ao mesmo tempo, entendemos ainda mais a importância desses direitos”, contou.

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