segunda-feira, 5 de outubro de 2026
política

Tarcísio de Freitas é reeleito governador de São Paulo no primeiro turno

Governador derrota Fernando Haddad e garante mais quatro anos à frente do Palácio dos Bandeirantes

Tarcísio de Freitas é reeleito governador de São Paulo no primeiro turno

Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito governador de São Paulo no primeiro turno das eleições de 2026, neste domingo (4). Com quase 70% das urnas apuradas, o atual governador ultrapassava a marca de 60% dos votos e garantia mais quatro anos à frente do Palácio dos Bandeirantes.

O resultado confirmou a vantagem de Tarcísio sobre Fernando Haddad (PT), que terminou na segunda colocação e não conseguiu levar a disputa para o segundo turno. A eleição marcou novamente o confronto entre os dois políticos, que já haviam disputado o governo paulista em 2022.

Com a vitória, Tarcísio permanecerá no comando do maior estado do país por mais um mandato. A reeleição também consolida o governador como uma das principais lideranças políticas de São Paulo.

Campanha

Durante a campanha, Tarcísio buscou destacar ações e projetos desenvolvidos durante seu primeiro mandato, além de defender a continuidade da atual administração estadual.

Na reta final da disputa, o governador aparecia com ampla vantagem nas pesquisas de intenção de voto. Levantamento Datafolha divulgado neste domingo apontava 60% dos votos válidos para Tarcísio, contra 35% de Haddad.

A pesquisa também indicava vantagem do governador em diferentes regiões do estado. No interior, Tarcísio tinha 58% dos votos contra 28% de Haddad. Na Região Metropolitana de São Paulo, a diferença era menor, mas ainda favorável ao candidato do Republicanos: 51% contra 36%.

Novo mandato

Com a confirmação da vitória, Tarcísio terá pela frente mais quatro anos de governo. Entre os temas que devem marcar a próxima gestão estão investimentos em infraestrutura, transporte, saúde, habitação e segurança pública.

A vitória no primeiro turno também encerra a disputa pelo governo paulista sem a necessidade de uma segunda votação, algo que não ocorria desde 2014.

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