A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) confirmou nesta quinta-feira (11) a formação do El Niño, fenômeno climático natural que ocorre quando as águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes que o normal.
A confirmação já era esperada por meteorologistas, depois de meses de aquecimento gradual no Pacífico e de projeções indicando alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno ainda no primeiro semestre de 2026.
Historicamente, o El Niño costuma provocar efeitos diferentes em cada região do país. No Sul, há tendência de aumento das chuvas e maior ocorrência de temporais.
Já nas regiões Norte e Nordeste, o fenômeno pode favorecer períodos de estiagem e temperaturas mais elevadas. No Sudeste, os efeitos variam, mas normalmente estão associados ao aumento do calor e alterações no regime de precipitação.
Segundo previsões divulgadas por organismos internacionais e repercutidas pela imprensa, a probabilidade de desenvolvimento do fenômeno aumentou nos últimos meses.
A expectativa é que o El Niño se estabeleça entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027, embora sua intensidade ainda seja incerta.
O El Niño é um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Essa alteração modifica a circulação atmosférica global e pode provocar mudanças nos padrões de chuva e temperatura em várias partes do mundo, incluindo o Brasil.
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