A prisão preventiva do bombeiro foi determinada pela Justiça de São Paulo após recurso do Ministério Público contra a liberdade provisória concedida na audiência de custódia. A decisão foi tomada pela 15ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo e determinou a expedição do mandado de prisão. No entanto, o cumprimento da ordem precisou respeitar o artigo 236 do Código Eleitoral, que restringe a prisão de eleitores nos cinco dias anteriores à eleição e nas 48 horas seguintes à votação, salvo exceções previstas em lei.
Marcos havia sido preso em flagrante após o crime, mas foi colocado em liberdade provisória em 1º de outubro, com medidas cautelares. Entre elas estavam o recolhimento domiciliar noturno, comparecimento periódico à Justiça, proibição de contato e aproximação dos familiares de Bruno e suspensão do porte de arma. O Ministério Público recorreu da decisão e pediu a prisão preventiva.
O bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, pode ser preso a partir das 17h desta terça-feira (6), após o fim do período de restrição eleitoral. Ele é acusado de matar a tiros o estudante de Medicina Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, durante uma discussão de trânsito em Taubaté, no Vale do Paraíba.
A prisão preventiva do bombeiro foi determinada pela Justiça de São Paulo após recurso do Ministério Público contra a liberdade provisória concedida na audiência de custódia. A decisão foi tomada pela 15ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo e determinou a expedição do mandado de prisão. No entanto, o cumprimento da ordem precisou respeitar o artigo 236 do Código Eleitoral, que restringe a prisão de eleitores nos cinco dias anteriores à eleição e nas 48 horas seguintes à votação, salvo exceções previstas em lei.
Marcos havia sido preso em flagrante após o crime, mas foi colocado em liberdade provisória em 1º de outubro, com medidas cautelares. Entre elas estavam o recolhimento domiciliar noturno, comparecimento periódico à Justiça, proibição de contato e aproximação dos familiares de Bruno e suspensão do porte de arma. O Ministério Público recorreu da decisão e pediu a prisão preventiva.
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